Visita à indústria Meiwa, em Arujá/SP – 8º ano

A Empresa: Fundada em 1992, a Meiwa é uma jovem empresa que se consolidou como líder absoluta no mercado brasileiro de embalagens para alimentos, feitas em Poliestireno Expandido (EPS). Com planta industrial na cidade de Arujá – SP, seus produtos chegam a todo território nacional através de operações exclusivas, que atendem diretamente os canais de food services e autosserviço.

A empresa Meiwa gera 600 empregos diretos e mais de 2.000 empregos indiretos. Sua atuação é 100% em território nacional. Possui uma produção de mais de 300 embalagens em formatos, modelos e cores diferentes. Além disso, a empresa desenvolve e apoia projetos de reciclagem e educação ambiental.

Tem como valores a excelência em produtos e serviços, com responsabilidade socioambiental.

A Atividade Pedagógica: Desde o ano passado, as turmas que compõem o 8º ano de 2018 estudam e analisam os processos produtivos que caracterizam a produção industrial da contemporaneidade. No dia 12 de setembro nossos alunos tiveram a oportunidade de ter uma aula diferenciada, dentro da própria fábrica…

Durante as aulas foi objeto de nossas discussões a 1ª e 2ª Revoluções Industriais dos séculos XVIII e XIX, bem como as transformações que tais “revoluções” geraram nas vidas daqueles que estavam diretamente envolvidos com o cotidiano das fábricas – os operários. Por meio de textos historiográficos, documentos históricos, charges e ilustrações conseguimos conhecer mais profundamente os impactos que a industrialização provocou nas condições de vida dos trabalhadores.

Como a Meiwa oferece uma estrutura capaz de permitir a trajetória pela linha de produção, a visita à fábrica foi a forma mais concreta de proporcionarmos aos alunos a possibilidade de aplicar os conceitos abordados teoricamente e relacioná-los à experiência real, preenchendo de significados o que foi estudado durante nossas aulas.

Além disso, os alunos aprenderam que o EPS é totalmente reciclável e que a Meiwa possui estrutura capaz de recolher o material em várias partes do Brasil, desde que corretamente descartados.

 Marcella Silva e Maria Rita Vieira,
professoras de Geografia e História do Ensino Fundamental