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BANCANDO O ARTISTA

Atraídos por uma simples proposta do livro de História, os alunos da 4ª série preprararam uma pequena encenação sobre o funcionamento e a vida de um engenho.

O OURO DOCE DO CANAVIAL” foi o tema apresentado para que eles mesmos elaborassem texto, figurino e cenário.

Foi representando personagens fundamentais do cotidiano do engenho que eles aprenderam um pouco mais sobre todo o panorama social e econômico desse ciclo tão importante para o desenvolvimento do Brasil.

O senhor do engenho, a sinhá, a sinhazinha, o mercador, o trabalhador livre e o escravo ganharam um sentido diferente e fizeram com que cada um enxergasse melhor o que ocorria naquele tempo em nosso país.

E foi com um olhar bastante crítico que eles comentavam sobre o assunto durante as aulas.

“Eu adorei bancar o artista porque através da peça aprendi bem mais sobre a vida no engenho”
( Gustavo Nagao – 4ª A)
“Fiquei impressionado com o capataz! Ele não perdoava os escravos. Quanto mais eles desobedeciam pior era o castigo”
(Jorge Linares 4ª A)
“O senhor do engenho era um homem muito poderoso. Sua esposa era muito submissa e só se dirigia ao marido tratando-o por senhor.”
(Akira Ogawa 4ªA)
“O engenho era auto-suficiente porque tinha o necessário para o trabalho e a vida.”
(Rafael de A. Trindade – 4ª B)
“As famílias dos engenhos eram muito rígidas com as filhas (sinhazinhas) e os escravos.”
(Gabriela N.C. Armansa – 4ª B)
“No engenho havia uma plantação de cana-de-açúcar. A cana era moída para soltar o caldo, que fervido, virava melaço. Depois de seco, o melaço era quebrado pelos escravos.”
(Gabriel F. Silva – 4ª B)
“No engenho se produzia açúcar, mas se cometiam injustiças com os escravos.”
(Heitor M. Saldanha – 4ª B)“
A vida no engenho de açúcar era dura: os escravos sofriam muito, os senhores de engenho eram muito mandões e isso nunca mudava.”
(Heloisa Castro – 4ª B)
“Os escravos tinham direito a castigos, comida e roupa; só que recebiam muitos castigos, poucas roupas e comidas.”
(Luiz Fernando M. Tayra – 4ª B)

Parabenizamos os nossos artistas, figurinistas, cenógrafos, diretores de cena e contra-regras pela atuação não apenas na apresentação, mas também nos debates que surgiram a partir desse tema.

Prof as Dircéa e Luisa

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