Em Matemática, maio e junho foram de muitas surpresas para os alunos da 3ª série.
Fazer uma pesquisa e montar um gráfico com as brincadeiras do tempo de nossos pais, foi o ponto de partida para o resgate daquela que ainda empolga a todos.
Quando começamos com o assunto, ninguém imaginava que os chineses, por volta de 200 a.C. já empinavam pipas
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Muitos pais, avós, bisavós ou tataravós se divertiram muito com essa atividade tão simples e prazerosa.
Não importa com que nome a chamemos: pipa, papagaio, pandorga, raia, cafifa; o mais importante é a sensação de liberdade e prazer que tem quem a constrói ou apenas a empina.![]()
Tudo tem início com pequenos passos seguidos à risca, que parecem mais o caminho de um mapa do tesouro: medir varetas, formar o arco (ufa!!!), unir pontas, colar papel, enfeitar, fazer o estirante, a cauda e ter um pouquinho de paciência para vê-la pronta para atingir os céus. ![]()
Ao vê-la voando, não dá para imaginar o quanto de Matemática é possível conhecer para fazê-la.
E num misto de pressa, ansiedade e animação foram surgindo informações muito interessantes e somente perceptíveis a quem tem um olhar minucioso e atento:
Depois de alguns puxa daqui, estica dali, me ajuda aqui; alguns comentários ainda chamaram a atenção:
O espírito de cooperação foi fundamental para o êxito dessa atividade, pois um precisou realmente ajudar o outro para que as pipas ficassem bem firmes.
O produto final ? Vocês mesmos poderão ver.
O mais importante é que, através de uma brincadeira, conseguimos aprender alguns conceitos matemáticos que se tornam mais fácies quando são percebidos concretamente.
Para quem gostou, esta é apenas uma das muitas brincadeiras que serão resgatadas durante este ano.
Até a próxima!