Conhecemos o Monumento às Monções, construído em homenagem aos bandeirantes. Ele é feito de mármore rosa e bronze. Também vimos “um terço” de um batelão (canoa de madeira); os batelões eram utilizados para levar objetos e alimentos para as regiões das minas.
Observamos o Paredão Salitroso. O monitor nos contou que estudiosos dizem que a cidade esteve submersa por milhões de anos. As aves vão bicar esta parede para tirar o sal e se alimentar.
Passamos em frente a uma gruta construída por padres em devoção a Nossa Senhora de Lourdes. Lá tem uma placa com a informação que essa gruta é cópia autêntica da que existe em Lourdes, na França.
A visita ao parque permitiu que olhássemos o rio Tietê da sua margem, bem de perto. Neste trecho, a poluição não é tanta como
O guia contou que entre os dias 07 e 13 de outubro, os moradores da cidade realizam um evento chamado “Semana das Monções”, onde, entre diversas atividades, encenam a grande festa que acontecia na partida das monções, às margens do Tietê. .
Curiosidade: Saindo do Parque, passamos em frente a um restaurante, que antigamente funcionava uma alfândega. Todo ouro que era trazido de Mato Grosso era pesado e a quinta parte dele ia para o rei de Portugal.
Os paulistas não gostavam muito dessa idéia. Por isso, relacionaram os quintos cobrados ao inferno, surgindo assim a expressão “quintos dos infernos”.
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